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Segunda semana de capacitação - ATER e Pesquisa recebem informações específicas

Segunda semana de capacitação - ATER e Pesquisa recebem informações específicas
Chrystiane da Conceição (Assessoria/Empaer)

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Na segunda semana do curso de metodologias de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER), as turmas da ATER e da Pesquisa/Fomento, seguem com o treinamento separados, pois a partir de agora, cada técnico receberá informações específicas de sua área de atuação. Segundo o engenheiro agrônomo da Empaer e também um dos organizadores da capacitação, Benito Lopes, todas as tardes a equipe da organização se reúne para fazer a avaliação do que foi planejado e do que foi executado. “Todos estão interagindo dentro do que se propõe a capacitação e eles estão tendo as ações que esperávamos, sendo pró-ativos e participativos. Diariamente nós montamos as equipes da organização, recreação e da avaliação, pois assim, todos terão oportunidade de aprender diferentes frentes de trabalho. Aquilo que a gente tem vivenciado aqui, é que, pelo menos a grande maioria dos participantes, está levando a coisa a sério, tem cumprido os horários como devem, as tarefas dadas a eles têm sido cumpridas, nós tivemos a oportunidade, inclusive, de nos reunir numa pequena confraternização onde pudemos perceber o entrosamento e a alegria de todos nesse processo de convivência. E nós estamos esperançosos mesmo de que ao final do curso, vamos devolver para nossa instituição um grupo já com uma outra visão do que é ser extensionista, um grupo já consciente de suas obrigações e com certeza vão estar comprometidos com a realização dos trabalhos, com o foco da empresa que é o atendimento dos agricultores familiares”, ressaltou Benito. Recém chegado a Mato Grosso, o técnico de Erval Seco, Rio Grande do Sul, Rogério Leschewitz, lotado no município de Cláudia, a 606 quilômetros da capital Cuiabá, falou sobre sua experência “O treinamento é uma forma de interagir com os novos colegas de trabalho e também a questão de tu aprender o tamanho e funcionamento da empresa, a organização, o organograma. Quando eu voltar para o município de Cláudia, minha primeira ação será fazer levantamento das necessidades locais”, ressaltou. Pesquisa O grupo da Pesquisa trabalha a pesquisa agropecuária voltada para a agricultura familiar. A diretriz do Conselho Nacional de Pesquisa Agropecuária (Consepa) é que todas as 18 organizações estaduais de pesquisa estejam focadas na melhoria da qualidade dos produtos da agricultura familiar, para que sejam mais produtivos e competitivos no mercado consumidor e assim, melhorar também a renda do produtor. O papel das Organizações Estaduais de Pesquisas Agropecuárias (OEPAS), é de gerar tecnologias, com prioridade à agricultura familiar, contribuindo com produtos e serviços tecnológicos para fazer frente com sucesso, aos desafios dinâmico do desenvolvimento da agricultura brasileira. Segundo a diretora de Pesquisa da Empaer, engenheira agrônoma, doutora Eliane Maria Forte Daltro, hoje a Empaer desenvolve 46 projetos de pesquisas, em diferentes áreas como: melhoramento vegetal de arroz, feijão e gramíneas forrageiras, abacaxi, banana, maracujá, fruteiras de clima temperado, mandioca, milho, nutrição animal, olerículas, flores tropicais e plantas ornamentais, espécies florestais (nativas e exóticas) e agroecologia. “A pesquisa aplicada é o nosso carro chefe, mas não que a pesquisa será restrita, trabalhamos também os pontos chaves da agricultura familiar, pois a intenção é concentrar esforços para fazer com que os produtos gerados pela pesquisa alcancem o setor produtivo e beneficiem a sociedade brasileira”, explicou. As culturas mais demandas em Mato Grosso são: mandioca, feijão, leite e seus derivados, aves, suínos, bovinos, arroz entre outros.